E a r t h l i n g s
T E R R Á Q U E O S

*Atenção! Imagens fortes.

EARTHLINGS (Terráqueos) é um documentário sobre a absoluta dependência da humanidade em animais (para companhia, comida, roupa, entretenimento, e pesquisa científica) mas também demonstra nosso completo desrespeito por estes chamados “provedores não-humanos”. O filme é narrado pelo indicado ao Oscar Joaquin Phoenix (Gladiador) e apresenta música pelo artista de platina renomado pela crítica Moby.

Em 2005 ganhou 3 prêmios em 3 festivais diferentes Boston, San Diego e Artivist.

Com um estudo profundo em pet shops, fábricas de filhotes e abrigos de animais, como também em fazendas industriais, o comércio de couro e de peles, as indústrias de esportes e entretenimento, e finalmente a profissão médica e científica, Earthlings usa câmeras escondidas e imagens nunca antes vistas para demonstrar as práticas cotidianas de algumas das maiores indústrias do mundo, todas as quais dependem totalmente em animais para o lucro. Poderoso, informativo e provocador, Earthlings é de longe o documentário mais compreensível já produzido na correlação entre a natureza, animais, e os interestes econômicos humanos. Existem muitos filmes valiosos de direitos dos animais, mas este transcende o cenário. EARTHLINGS grita para ser visto.

“Se eu pudesse fazer com que todos no mundo vissem um filme, eu os faria ver EARTHLINGS.”
Peter Singer, autor do livro Libertação Animal

“Este documentário vai mudar a sua vida. Faça a conexão. Se os matadouros tivessem paredes de vidro todos seriam vegetarianos.”
Paul e Linda Mccartney


Veja no Youtube:
Parte 1Parte 2Parte 3Parte 4Parte 5Parte 6 - Parte 7

Parte 8Parte 9Parte 10 (Final)


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EARTHLINGS (Terráqueos) é um documentário sobre a absoluta dependência da humanidade em animais (para companhia, comida, roupa, entretenimento, e pesquisa científica) mas também demonstra nosso completo desrespeito por estes chamados “provedores não-humanos”. O filme é narrado pelo indicado ao Oscar Joaquin Phoenix (GLADIADOR) e apresenta música pelo artista de platina renomado pela crítica Moby.Em 2005 ganhou 3 prêmios em 3 festivais diferentes Boston, San Diego e Artivist.Com um estudo profundo em pet shops, fábricas de filhotes e abrigos de animais, como também em fazendas industriais, o comércio de couro e de peles, as indústrias de esportes e entretenimento, e finalmente a profissão médica e científica, EARTHLINGS usa câmeras escondidas e imagens nunca antes vistas para demonstrar as práticas cotidianas de algumas das maiores indústrias do mundo, todas as quais dependem totalmente em animais para o lucro. Poderoso, informativo e provocador, EARTHLINGS é de longe o documentário mais compreensível já produzido na correlação entre a natureza, animais, e os interestes econômicos humanos. Existem muitos filmes valiosos de direitos dos animais, mas este transcende o cenário. EARTHLINGS grita para ser visto.
EARTHLINGS (Terráqueos) é um documentário sobre a absoluta dependência da humanidade em animais (para companhia, comida, roupa, entretenimento, e pesquisa científica) mas também demonstra nosso completo desrespeito por estes chamados “provedores não-humanos”. O filme é narrado pelo indicado ao Oscar Joaquin Phoenix (Gladiador) e apresenta música pelo artista de platina renomado pela crítica Moby.
Em 2005 ganhou 3 prêmios em 3 festivais diferentes Boston, San Diego e Artivist.
Com um estudo profundo em pet shops, fábricas de filhotes e abrigos de animais, como também em fazendas industriais, o comércio de couro e de peles, as indústrias de esportes e entretenimento, e finalmente a profissão médica e científica, Earthlings usa câmeras escondidas e imagens nunca antes vistas para demonstrar as práticas cotidianas de algumas das maiores indústrias do mundo, todas as quais dependem totalmente em animais para o lucro. Poderoso, informativo e provocador, Earthlings é de longe o documentário mais compreensível já produzido na correlação entre a natureza, animais, e os interestes econômicos humanos. Existem muitos filmes valiosos de direitos dos animais, mas este transcende o cenário. EARTHLINGS grita para ser visto.
“Se eu pudesse fazer com que todos no mundo vissem um filme, eu os faria ver EARTHLINGS.”
Peter Singer, autor do livro Libertação Animal
“Este documentário vai mudar a sua vida. Faça a conexão.
Se os matadouros tivessem paredes de vidro todos seriam vegetarianos.”
Paul e Linda Mccartney
Earthlings (Terráqueos) – Português (Legendado) – Parte 1

Há muitos anos atrás (muitos, muitos anos mesmo /rs) a música deixou de ser apenas parte de uma letra e um ritmo e passou a ser uma maneira de expressão para seus criadores. Não só sentimentos deles estão lá, mas também os tipos comuns, os quais qualquer pessoa pode sentir, independendo o tipo de pessoa que esta é, afinal, todos têm sentimentos. Sendo realmente isso, nós entendemos o porquê de tantas letras bonitas, melodias agradáveis e até mesmo desagradáveis (como aquelas músicas de elevador) que acabam ficando em nossas mentes. Algumas vezes mal compreendemos o que o compositor quis dizer, mas o ritmo é tão viciante e melodioso que não conseguimos resistir e deixar de ouvi-las repetidamente. Só compreendemos uma música quando passamos a analisá-la e quando realmente sentimos o que a música quer expressar.

Minha dor é perceber
Que apesar de termos
Feito tudo o que fizemos
Ainda somos os mesmos
E vivemos [...]
Como os nossos pais…

Como nossos pais – Elis Regina

Notamos então que até mesmo as músicas que a juventude atual considera que a juventude atual julga como sendo cafonas, tem letras muitas vezes mais inteligentes que as letras das músicas que eles escutam por serem modernas. E essas músicas “cafonas” fazem ainda mais sentido, porque sentimentos transpassam épocas, séculos, movimentos, e apesar de toda a revolução musical, as pessoas não mudam, não existem sentimentos a serem inventados, e por isso a música é essencial em nossas vidas. Viver no silêncio mórbido sem poder ao menos poder dançar em um ritmo alegre, agitar-se em um show de Rock’n’roll, valsar ao ritmo de uma música clássica bem feita ou até mesmo cantar em um bar uma daquelas músicas de Karaokê das qual ninguém nunca lembra o nome, mas é muito conhecida. Como seria a vida da raça humanóide que habita esse planeta se não fosse pela música?
Bem como tudo tem um lado bom, o Yin Yang representa que tudo também tem seu lado oposto. Existem músicas sem significado algum, cujo ritmo apenas reforça sua ignorância e a de seu compositor, músicas com trechos repetidos pela falta de criatividade ou de rimas para aquele verso, músicas que não deveriam ser consideradas músicas por não fazerem nem parte da cultura, muito menos deveriam fazer parte de nossas vidas. “Músicas” assim deveriam ser jogadas fora e não divulgadas. Afinal, os políticos ocultam tudo o que há de ruim e todos os seus atos ‘por debaixo do pano’, por que não ocultar a ingenuidade e estupidez alheia nos desfazendo de tamanha burrice?
Um exemplo costumeiro disso é um estilo muito ouvido atualmente, que foi desenvolvido há poucos anos e hoje é parte da moda: o funk carioca, mais conhecido como funk. Afinal, o que esse tipo de letra quer expressar? Que todas as mulheres são prostitutas e só servem para rebolar, descer até o chão e serem objetos de atração sexual? Certo, a culpa não é só dos homens. Quando não são os homens que escrevem essas letras são as próprias mulheres a se desvalorizar e se classificarem como ‘cachorras’ (que atualmente não é o feminino de cachorro, e sim um sinônimo para vadia). Certamente existem muitas mulheres bonitas, mas essas músicas nos fazem pensar que a beleza delas não está no interior, pela personalidade, caráter, a maneira como é decidida e bem resolvida socioeconomicamente e capaz de ficar estável em um relacionamento, e sim no tamanho das pernas, glúteos e seios (vulgo coxas, bunda e peitos).

Eu vou pro baile procurar o meu negão,
Vou subir no palco ao som do tamborzão
Sou cachorrona mesmo
E late que eu vou passar
Agora eu sou solteira e ninguém vai me segurar
DJ aumenta o som
Eu já ‘tou’ de sainha
De, de sainha
No local do pega-pega eu esculacho tua mina

Gaiola das Popozudas – Agora sou solteira

Em um todo, não estou dizendo que todo o tipo de funk carioca é ruim, apenas que as músicas mais conhecidas, as que representam esse estilo são vulgares e retratam a vida apenas como se fosse uma festa e como se a raça humanóide vivesse de ir à baladas para ‘pegar’ os ‘negões’ e as ‘minas’, que por acaso usam ‘sainha (referente a usar roupas curtas e que deixam à mostra muitas partes do corpo) e estas se autonomearem cachorras e ainda contarem vantagem sobre serem apenas como troféus que podem ser usados e descartados no dia seguinte, assim voltando para as festas e procurando por outro rapaz, começando assim um ciclo incessante.
Não vou negar que ainda assim existem os poucos que usam esse estilo musical para as razões corretas, como por exemplo, manifestações e protestos contra a violência, que por acaso é a Campanha da Fraternidade desse ano (1. Ninguém perguntou, eu sei; 2. Porque eles fazem essas campanhas se ninguém faz nada pra ajudar? Rezam um ano inteiro à respeito disso, fazem até uma musica curta e irritante sobre isso mas na verdade o dinheiro que arrecadam é para aprimorar a igreja ou colocar no bolso dos padres). Quando a música é bem ouvida, e tem um ritmo contagiante, ela acaba chamando a atenção de quem realmente pode agir, e também é usada em movimentos e greves na rua. Segue o único exemplo de música funk carioca que não fala sobre sacanagem que eu achei, e que na verdade retrata a vida na favela e serve como um pedido.

“A Chapa esquentou, infelizmente não deu pra correr,
só que o moleque não tinha nada ver, e na favela geral se
revoltou o atingido era um morador, olha seu doutor o
povo humilde tá sofrendo a seqüela ninguém tem culpa
de morar na favela e a cada dia a situação se complica,
na invasão dos morros inocentes perdendo a vida…

É assim, muitos protestos e manifestações e violência
ferindo corações, é revoltante e acontece sempre, será que
os culpados são aqueles inocentes… Eu peço a Deus,
que lá de cima olhem por todos nós e nesse rap vamos
soltar a voz, o movimento FUNK tá fazendo um apelo
aos nossos governantes e autoridades do governo…

Eu você e ele todo mundo pede a paz, e também direitos
iguais, chega de violência ninguém aguenta mais…
Oh… Eu você e ele todo mundo pede a paz, e também
direitos iguais, chega de violência ninguém aguenta mais…”
Bonde dos Mc’s – Todo mundo pede a paz

As pessoas podem não ser julgadas pela aparência ou pelas riquezas adquiridas, mas se por acaso estas se expressam por meio de vulgaridades, o que se pensa de pessoas assim? Será que os pensamentos são realmente parte da realidade? As pessoas são realmente o que ouvem? Pela experiência própria e pesquisas feitas, sem contar as incansáveis entrevistas, infelizmente tenho que lhes informar que sim.

Todos, ou quase todos cujos pais têm condições financeiras para lhes garantir uma boa infância, crescem e se desenvolvem ouvindo toda noite sobre histórias fantasiosas, de belas princesas louras e suas carruagens, onde após vencer a bruxa malvada pode-se viver feliz para sempre ao lado do belo príncipe. Bom seria se tudo fosse tão simples assim, mas a bruxa do mundo real é ínfimas vezes pior que a dos contos, pois não mora em um castelo assombrado no topo da colina, e sim na mente das pessoas.

Hoje um tema muito comentado e resolvido disfarçado pela hipocrisia é o preconceito. Preconceito contra tudo o que for capaz de abalar o ego. Se considerarmos que o preconceito é na verdade uma defesa do próprio ego contra o diferente ou desconhecido, poderemos entender então o porquê de a maioria das pessoas ainda mantê-lo vivo em suas falas, pensamentos e ações. Por exemplo:

1- Eu estou saltitando feliz pela calçada quando vejo um emo.

2- O emo olha para mim usando o olho não coberto para a franja e eu paro de saltitar, ficando agora a olhar com curiosidade para ele.

3- Inconscientemente eu começo a me comparar ao emo, me enfurecendo ao tentar entender o que há de errado comigo para ele querer ser diferente de mim.

4- Sem resposta, fico com raiva e o chamo de ”biba”, (Lembre-se que nesta ocasião tenho preconceito contra homossexuais também) mostrando assim que quem está errado é ele.

5- Ele compreendendo o que se passa em minha mente, em uma ação simples me ignora e continua andando até sumir na linha do horizonte, me deixando assim com um profundo ódio pela sua indiferença à minha ofensa/tentativa de aumentar o ego que foi rebaixado.

Com o clássico exemplo do emo, pode-se perceber o que se passa na cabeça de uma pessoa preconceituosa. Mas o interessante e trágico é que o preconceito não se mantém apenas na aparência, ele estende-se as opções pessoais de cada um.

Por que uma pessoa só por amar outra do mesmo sexo é inferior a outra que ama uma pessoa do sexo oposto? Anti-natural? Contra as leis da reprodução? Oras, se a razão de as pessoas se unirem for gerar uma cria então para que motivos existe camisinha, pílula do dia seguinte e anticoncepcional? É desprezível como alguns só podem ver sexo e não amor. Se o ser humano diz ter superado os outros animais, então porque ainda continua tão primitivo relacionando uma união afetiva entre dois seres humanos apenas à finalidade da reprodução, uma ideologia tão comum para animais irracionais?

Eu realmente me divirto em ver como o ser humano apesar da tentativa de se mostrar o mais evoluído dos seres não escapa de uma ‘lei’ tão superficial como esta. Mas pulando toda essa conversa que você já conhece e indo para outra que deve estar cansado de saber, ainda tem nosso velho conhecido, o racismo.

Quantas vezes já não ouvimos: ‘Fulano é preto mas é muito gente boa!’ ? Oras, por acaso cor de pele diferencia caráter? Talvez para muitos humanóides sim, (humanóides, digo por terem apenas um corpo humano, pois a mente é uma lata de lixo.) talvez para eles o correto seja classificarmos todos em algo como um sistemas de raças, onde a própria espécie será dividida pela cor da pele separando assim seres superiores e inferiores. E o mais irônico, é ver, que de tanto que o racismo está implantado em nossos cérebros, até os que estão sujeitos a serem alvos do mesmo o praticam.

Apesar de todo o meu sadismo em rir de tais situações, admito ser triste duas crianças amigas, livres de preconceitos, porém de etnias diferentes, terem sua amizade rompida pelo racismo que os pais carregam, as fazendo se afastar apenas com a desculpa de evitar que o filho tenha más influências. Novamente o pensamento de que cor determina caráter… Deprimente.

kids

Afinal, para que essa necessidade que temos em nos sentir superior aos demais?

Porque respeitamos apenas os que nos passam um ar de superioridade, ao invés de respeitarmos nossos irmãos (Quando eu digo irmãos digo todos os seres vivos, afinal viemos da mesma poça lama em uma Terra pré histórica. :D ) pela dignidade da igualdade entre todos os seres? Essa tentativa de rebaixar os outros para aumentar o ego é e sempre será em vão, pois no fundo sabemos que os rebaixamos apenas para não nos sentirmos rebaixados por nós mesmos. Então, se permitimos a liberdade de ser, logo não nos sentiremos rebaixados pelo diferente, pois saberemos que todos têm alguma importância no mundo, ou até no coração de alguém. <- Oh, que romântico. S2

Aliás, lembro agora que não somos um corpo que nasceu em tal país, que tem tal herança genética, e um determinado sexo e que por isso recebeu um determinado nome e número de registro, não somos João, Antônio ou Maria que torcem por determinado time de football e usam determinadas marcas de roupas, somos mais que isso, somos o que nossa consciência é, o que nossa alma é, o que pensamos e o que fazemos. Se nossas ações são reflexo de quem somos, então fazeis boas ações que todos saberão que és uma pessoa boa. (Nossa, lembrei do meu amiguinho Jesus agora.).

E não lembrei a toa, o que eu disse é um conceito de várias religiões, então como as tão boas religiões levam as pessoas a terem preconceitos contra as pessoas diferentes? Em maioria, não levam. As pessoas é que interpretam errado, como nosso querido Gandhi disse uma vez:

“Não conheço ninguém que tenha feito mais para a humanidade do que Jesus. De fato, não há nada de errado no cristianismo. O problema são vocês, cristãos. Vocês nem começaram a viver segundo os seus próprios ensinamentos.”

Apesar de ele ter provavelmente se referido ao sermão da montanha quando disse cristianismo, é um comentário totalmente válido, pois os lugares onde eu mais encontro hipócritas reunidos, são nas salas de reuniões políticas e em igrejas.

É irresistível não rir em uma igreja, principalmente a católica (Para não comentar as possessões das evangélicas), todos ali, sentados ouvindo o padre rezar, poucos concentrados no que ele diz, a maioria por tradição ou por medo do inferno, acreditando que estar lá pensando no dia seguinte os levará ao paraíso, isso quando não ouvem a missa pedindo a Deus para fazer a vizinha que escuta música alta sofrer um enfarte. Tsc, trágico.

Hum, voltando ao tema, se os indivíduos e tão logo a sociedade não mudarem sua maneira de pensar, então de nada importa o que os políticos façam para ocultar esse racismo, (Oh, eles fazem alguma coisa!? ), pois ele ainda vai existir e não só com negros, emos, índios ou gays, mas com todos os diferentes, o que implica em com você também, pois ninguém é igual a ninguém. Já pensou que chato te baterem na rua apenas por não gostar da estampa da sua camiseta? Nada agradável se você não for masoquista.

…É, talvez nossa raça humanóide não seja tão evoluída como pensamos. Então agora que ficou mais esclarecido que as leis não bastam e que precisamos mudar nós mesmos e nossas atitudes antes de julgar destrutivamente o outro, eu vou cair fora.

Até o próximo post, e comentem nem que seja para dizer ‘…Ronaldo!’.    ;D

O ‘oposto’ é um fato. Da mesma forma em que o oposto do calor é o frio, o da luz é a escuridão, o da afirmação é a negação e do “bem” é o “mal” e vice-versa.

De acordo com a Física, a escuridão é a ausência de luz e o frio é a ausência de calor, e já que o mal é a ausência do bem, então a escuridão, o frio e o mal não existem por si só, porque ‘frio’ e ‘escuridão’ são apenas termos que o homem criou, e o ‘mal’ é uma criação humana.

Contudo, o “mal” pode não ser necessariamente a ausência do “bem” e mas também apenas aquilo que se opõe ao “bem” sem necessariamente ser “do mal”.

Com o tempo o mal adquiriu diversas faces diferentes, uma clássica é aquela do “diabo nos coro!!”. Para os fanáticos quase tudo de mal que lhes atinge é obra do demônio, este que para eles é um ser do MAL que abita as profundezas da terra, não sendo Hades e nem Ishtar, mas sim o Diabo, vulgo capeta ou belzebu.

Você não perdeu o emprego por causa do demônio. O mundo não está assim por causa do dêmonio. Os Terremotos, tsunamis, furacões, erupções, são fenômenos naturais ou desastres/catástrofes naturais – para nós.

É fato que o número de ocorrências dessas vêm crescendo, por causa do Aquecimento Global, que por sua vez é o resultado de decorrentes ações humanas. Essa catástrofes não são castigos divinos. São consequências. A natureza só perde sua harmonia, quando ser humano entra em contato com a mesma. Pois este é quem fará com que a natureza envolva-se em meio ao ‘bem’ e o ‘mal’, obras do homem.

Se para nós os fenômenos naturais são catástrofes, porque ‘nos castigam’, somos a catástrofe não-natural que castiga a natureza, sem mais e nem menos.

Não há demônios sua vida. Não há mal na natureza. Mas sim há demônios dentro nós, que nasceram por causa do acúmulo de ‘mal’ que produzimos através de certos atos nossos.

Abraços.

Até breve.

Aqui no ‘Velhas Ideias‘, falaremos sobre aquelas ideias que todos já sabem, em novos conceitos, com um conteúdo diversificado.

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